O que eu quero ter ou quem eu quero ser?

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Bruno Durães

Sempre que começo um planejamento financeiro com um cliente, faço uma pergunta simples, mas poderosa: quem você quer ser daqui a alguns anos? O número de anos varia – pode ser cinco, dez ou até vinte – mas o que importa é o foco no SER.

Essa abordagem nasceu das imersões para casais e para líderes que vivi com o Murilo Gun e a Dani de Maria. Lá, éramos convidados a nos apresentar sem dizer o que fazíamos. A verdadeira conexão acontece a partir do ser, e não do fazer ou do ter.

Mas aí vem a dúvida:

Se estamos falando de finanças, a pergunta não deveria ser “quanto eu quero ter?” e “o que eu quero fazer?”

Sim. Essas perguntas importam e é o que usamos para calcular. Mas aprendi que começar pelo SER é um convite a autenticidade, o alinhamento correto entre o que se sente, o que se pensa, o que se fala e como se age. Traz significado quando você descobre qual é o seu papel nesse mundo, o que te entusiasma em cada momento da sua vida, que pode mudar, mas só temos garantido o hoje.

Seu ser deve nascer de dentro pra fora. É sobre legado. Sobre como você quer ser lembrado quando não estiver mais aqui. Sobre alinhar seus objetivos com seus valores mais verdadeiros. É uma busca por autenticidade e liberdade. E no caso de casais: o que seu parceiro ou parceira quer ser? Isso se alinha com que você quer ser? É um ponto importante para aumentar a conexão e até entender mais sobre o futuro da relação.

A partir disso, o quanto você precisa TER e o que você vai FAZER para alcançar esse número, se tornam apenas meios para sustentar a sua intenção mais profunda: SER quem você veio para ser.

E você, quem você quer ser?

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“Evoluir é planejar a vida em harmonia com responsabilidade, amor e liberdade.

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